Dizem que trabalhar com homens é melhor e mais fácil do que trabalhar com mulheres.
Pois não concordo!
Todos os meus colaboradores são homens, cada personagem…, bemmm…
Embrutecem com o futebol.
Cortam na casaca uns dos outros.
Não assumem os erros, e a responsabilidade é sempre dos outros.
São incapazes de fazer mais que uma tarefa ao mesmo tempo e, só conseguem essa proeza quando esquematicamente se descrevem todos os passos num fluxograma, em que explicitamente se evidenciam os pontos de intercepção de cada um deles, com tempos de espera entre cada ponto para que nada coincida e se chegue ao fim e a coisa seja bem sucedida.
E, para eles, a hora de saída é sagrada!
Principalmente se for 6ª feira, pois durante a semana ainda há quem fique mais uns minutos para navegar na net fingindo que introduzem dados no sistema informático.
Onde trabalho, existe laboração contínua, por isso todos os serviços de laboração não continua devem assegurar que estão criadas condições para que não haja imprevistos durante o fim-de-semana a quem tem de trabalhar 24h sobre 24h.
Hoje á hora de saída, alguém da laboração contínua solicitou a um dos homens do meu serviço, algo que necessitava para os dias que avizinhavam, ao que o meu colaborador respondeu não ter preparado, nem ter tempo para preparar porque tinha de sair!
Onde é que está o sentido de responsabilidade desta gente!
Só porque o digníssimo senhor tinha de sair a horas deixou-me o macaco nas costas.
Como era de esperar, o meu colega da laboração contínua telefonou-me já depois da hora de saída a pedir o que o colaborador dele já tinha solicitado ao meu colaborador.
Apresentei as minhas desculpas, preparei e entreguei o solicitado!
Claro que estou possessa!
Que tal na próxima segunda feira colocar um processo disciplinar ao dito homem, meu colaborador? E estragar-lhe a vida, porque com um processo disciplinar, perde direito ao prémio de produtividade, e fica uma catrefada de anos sem poder ser promovido!
Era o que merecia, não era? E seria feliz?
Todos os homens aspiram à vida feliz e à felicidade, esta é uma coisa manifesta; mas, se muitos têm a possibilidade de alcançá-la, outros, tendo a possibilidade de ser felizes, imprimem desde o início uma direcção errada na sua busca da felicidade. “Aristóteles”
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Publicada por saltos altos, acessórios e trabalho
sexta-feira, 18 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Para quê ter pressa se as melhores coisas da vida são feitas devagarinho?
Lutava com bravura contra um erro de uma fórmula quando de repente vejo aparecer do lado inferior direito a entrada de uma mensagem do Outlook, e antes do e-mail desvanecer o assunto intrigou-me: Marcação de Férias.
Interrompi a batalha que travava com folha do Excel e abri a conta do correio electrónico.
Mensagem: Preciso que marques as tuas férias para 2011 até amanhã.
Confesso que estes pedidos á pressa dão-me cabo da mona. Mas então é assim? As pessoas não têm família que por sua vez trabalham noutros locais e que por sua vez tem que coordenar as férias com outras pessoas?
Que falta de tacto! Para quê tanta pressa? Começo a já não ter paciência para cenas destas!
As pessoas já não sabem usar o do dom da empatia, ou do tacto. Já ninguém se coloca no lugar do outro, já todos se esqueceram que não se deve fazer aos outros o que não queremos que nos façam a nós.
Lá marquei as férias… espero que a atribulação que começou com a sua marcação não perturbe um segundo do meu merecido descanso em 2011.
E como as melhores coisas da vida são feitas devagarinho… Vou gozá-las também mansamente, sem ter afogo…
Porque a pressa é a mãe do imperfeito.
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Publicada por saltos altos, acessórios e trabalho
Interrompi a batalha que travava com folha do Excel e abri a conta do correio electrónico.
Mensagem: Preciso que marques as tuas férias para 2011 até amanhã.
Confesso que estes pedidos á pressa dão-me cabo da mona. Mas então é assim? As pessoas não têm família que por sua vez trabalham noutros locais e que por sua vez tem que coordenar as férias com outras pessoas?
Que falta de tacto! Para quê tanta pressa? Começo a já não ter paciência para cenas destas!
As pessoas já não sabem usar o do dom da empatia, ou do tacto. Já ninguém se coloca no lugar do outro, já todos se esqueceram que não se deve fazer aos outros o que não queremos que nos façam a nós.
Lá marquei as férias… espero que a atribulação que começou com a sua marcação não perturbe um segundo do meu merecido descanso em 2011.
E como as melhores coisas da vida são feitas devagarinho… Vou gozá-las também mansamente, sem ter afogo…
Porque a pressa é a mãe do imperfeito.
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terça-feira, 15 de março de 2011
Coma o morango!
Conhecem a história dos morangos do Roberto Shinyashiki?
A “parábola” conta que um homem ao escorregar por um precipício agarrou-se a umas raízes para não cair.
Quando tentava subir o barranco para continuar a sua vida, deparou-se com um urso que rosnava e afiava os dentes na perspectiva de o devorar, de imediato tentou descer agarrando-se com mãos e pés contra a barreira quase vertical em que se encontrava, quando olhou para baixo viu nada mais, nada menos do que seis hienas famintas esperando que caísse.
Estava o homem nesta aflição, olhava para cima e via o urso pronto a abocanhá-lo, olhava para baixo e via o olhar faminto das hienas.
Eis que de repente ao olhar para o lado, vê um morango vermelho, lindo e brilhante banhado pela luz dourada do sol.
Num esforço supremo, apoiou o corpo e apoiado apenas na mão direita, com a esquerda apanhou o morango.
Quando o pode ver melhor, ficou deliciado com sua beleza. Então, levou o morango a boca e se deleitou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.
Agora perguntam:
-E o urso? Que se dane o urso e coma o morango!
- E as hienas? Que se danem as hienas e coma o morango!
Às vezes estamos com a família ou com os amigos e na cabeça aquela preocupação de que: amanhã chego ao trabalho e tenho este assunto para resolver, aquela questão para solucionar, aquele trabalho para concluir, a tarefa que ficou a meio porque outra veio tirar o lugar da primeira, o colega com riso de hiena o chefe com dentes de urso…ufa!
É preciso que nos lembremos de olhar noutra direcção, para podermos ver o morango e comê-lo!
É preciso relaxar, viver e comer o morango!
Problemas todos têm e todos vão ter. Problemas não impedem ninguém de ser feliz.
Vão sempre existir ursos que nos querem devorar a cabeça e hienas, arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida, é importante saber comer os morangos, sempre. Não podemos deixar de comê-los só porque existem ursos e hienas.
Temos de saborear os bons momentos.
Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois.
O melhor momento para ser feliz é agora.
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A “parábola” conta que um homem ao escorregar por um precipício agarrou-se a umas raízes para não cair.
Quando tentava subir o barranco para continuar a sua vida, deparou-se com um urso que rosnava e afiava os dentes na perspectiva de o devorar, de imediato tentou descer agarrando-se com mãos e pés contra a barreira quase vertical em que se encontrava, quando olhou para baixo viu nada mais, nada menos do que seis hienas famintas esperando que caísse.
Estava o homem nesta aflição, olhava para cima e via o urso pronto a abocanhá-lo, olhava para baixo e via o olhar faminto das hienas.
Eis que de repente ao olhar para o lado, vê um morango vermelho, lindo e brilhante banhado pela luz dourada do sol.
Num esforço supremo, apoiou o corpo e apoiado apenas na mão direita, com a esquerda apanhou o morango.
Quando o pode ver melhor, ficou deliciado com sua beleza. Então, levou o morango a boca e se deleitou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.
Agora perguntam:
-E o urso? Que se dane o urso e coma o morango!
- E as hienas? Que se danem as hienas e coma o morango!
Às vezes estamos com a família ou com os amigos e na cabeça aquela preocupação de que: amanhã chego ao trabalho e tenho este assunto para resolver, aquela questão para solucionar, aquele trabalho para concluir, a tarefa que ficou a meio porque outra veio tirar o lugar da primeira, o colega com riso de hiena o chefe com dentes de urso…ufa!
É preciso que nos lembremos de olhar noutra direcção, para podermos ver o morango e comê-lo!
É preciso relaxar, viver e comer o morango!
Problemas todos têm e todos vão ter. Problemas não impedem ninguém de ser feliz.
Vão sempre existir ursos que nos querem devorar a cabeça e hienas, arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida, é importante saber comer os morangos, sempre. Não podemos deixar de comê-los só porque existem ursos e hienas.
Temos de saborear os bons momentos.
Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois.
O melhor momento para ser feliz é agora.
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Estou além…
Hoje é um dia nim, nem sim nem não, nim…
Está um dia lindo, claro e sem nuvens. O sol ri-se bem-disposto, o vento sopra ligeirinho, são seis da tarde e a luminosidade está airosa e radiante.
Eu estou com um humor que mete nojo! Já nem me consigo aturar a mim mesma, tenho uma nuvem cinzenta, carregada de electricidade estática a fazer faíscas por cima da cabeça.
Não me apetece estar aqui nem ali. Não me apetece fazer isto nem aquilo. Está tudo bem mas não o sinto. O chá não sabe ao mesmo de sempre, as bolachas são um desconsolo, o café perdeu o aroma e eu estou sem pachorra na mona.
“…esta insatisfação, não consigo compreender, é sempre esta sensação que estou a perder…” o Variações é que tinha razão.
E ainda por cima reunião na escola às 21h… oh não! Hoje não!
A canção do Variações não me sai da cabeça, e… tem de haver algo que me anime…
Já comi alguns Werther’s Original, alguns caramelos Lutti e até rebuçados Dr. Bayar e nada…
A nuvem cada vez está mais sombria e eu cada vez mais insuportável.
Quando sair do trabalho vou fazer voto de silêncio ou então tenho o caldo entornado, em situações como esta não digo o que penso, nem penso no que digo e ninguém tem culpa por eu estar com os azeites.
Encontrei agora mesmo o meu Dark.Noir 85% cocoa Excellence da Lindt, vou abocanha-lo, hummm… que bommmmmmm!
Uma investigação norte-americana recente, publicada no «Chemistry Central Journal», indica que o chocolate negro que tem uma alta concentração de anti oxidantes que previnem o envelhecimento prematuro, quando comparado com a maioria dos frutos o chocolate está no topo da lista com maior capacidade anti oxidante devido ao alto teor em flavonóides e polifenóis.
Para contrariar as rugas provocadas pelo mau humor, nada como uma boa dose de bom chocolate negro!
Acabei agora mesmo com a minha reserva.
Já começo a sentir o efeito…
___
Publicada por saltos altos, acessórios e trabalho
Está um dia lindo, claro e sem nuvens. O sol ri-se bem-disposto, o vento sopra ligeirinho, são seis da tarde e a luminosidade está airosa e radiante.
Eu estou com um humor que mete nojo! Já nem me consigo aturar a mim mesma, tenho uma nuvem cinzenta, carregada de electricidade estática a fazer faíscas por cima da cabeça.
Não me apetece estar aqui nem ali. Não me apetece fazer isto nem aquilo. Está tudo bem mas não o sinto. O chá não sabe ao mesmo de sempre, as bolachas são um desconsolo, o café perdeu o aroma e eu estou sem pachorra na mona.
“…esta insatisfação, não consigo compreender, é sempre esta sensação que estou a perder…” o Variações é que tinha razão.
E ainda por cima reunião na escola às 21h… oh não! Hoje não!
A canção do Variações não me sai da cabeça, e… tem de haver algo que me anime…
Já comi alguns Werther’s Original, alguns caramelos Lutti e até rebuçados Dr. Bayar e nada…
A nuvem cada vez está mais sombria e eu cada vez mais insuportável.
Quando sair do trabalho vou fazer voto de silêncio ou então tenho o caldo entornado, em situações como esta não digo o que penso, nem penso no que digo e ninguém tem culpa por eu estar com os azeites.
Encontrei agora mesmo o meu Dark.Noir 85% cocoa Excellence da Lindt, vou abocanha-lo, hummm… que bommmmmmm!
Uma investigação norte-americana recente, publicada no «Chemistry Central Journal», indica que o chocolate negro que tem uma alta concentração de anti oxidantes que previnem o envelhecimento prematuro, quando comparado com a maioria dos frutos o chocolate está no topo da lista com maior capacidade anti oxidante devido ao alto teor em flavonóides e polifenóis.
Para contrariar as rugas provocadas pelo mau humor, nada como uma boa dose de bom chocolate negro!
Acabei agora mesmo com a minha reserva.
Já começo a sentir o efeito…
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Publicada por saltos altos, acessórios e trabalho
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Ratos!
Depois de ler “A Peste” de Albert Camus em francês quando tinha apenas 16 anos foi motivo bastante para nunca gostar dos repugnantes roedores que rastejam por onde ninguém imagina.
Claro que há ratos que sempre gostei e outros que vim a gostar, esses são especiais e fazem parte do nosso imaginário e hoje presto-lhes a devida homenagem, começo pelo Mickey mouse e a sua namorada Minie, seguindo-se o Roquefort o rato dos Aristogatos, os ratinhos da Cinderela, o Jerry do Tom and Jerry, o Topo Gigio e mais recentemente o Sutart Little e o Ratatouille, são todos queridos e fofos.
Há outros ratos que são desprezíveis, irritantes e enervantes, como foi o caso do rato do meu laptop ou periférico de entrada que, historicamente, se juntou ao teclado para auxiliar no processo de entrada de dados.
Pois hoje o rato estava doido e pôs-me mais doida a mim.
O objectivo do rato hoje não foi auxiliar, foi sim estorvar e principalmente não ajudar, chegou mesmo a impedir que o meu trabalho fosse realizado de forma eficaz e em tempo útil adequado.
Hoje o rato não me obedecia, fazia duplo clic, quando devia ser um só clic, seleccionava várias linhas quando o pretendido era a selecção de uma só. E mais apagou-me um ficheiro duas vezes no momento em que o que se pretendia era a gravação do mesmo.
Estive quase para o atirar da janela, quando recomecei a folha de cálculo pela terceira vez.
Hoje o periférico de entrada, vulgo rato, do meu PC estava enfeitiçado!
Ou no mínimo era o ‘resident evil’ em forma de rato! Comecei a vê-lo transformar-se num mutante de dentes afiados a abocanhar-me a mão direita e, o fio que ligava á porta usb a libertar-se e transformar-se numa cauda longa e nojenta que se enrolava na minha mão esquerda numa batalha desenfreada para me impedir de trabalhar… uf! tirem-me deste filme!
Uma tarde de trabalho pró galheiro!
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Publicada por saltos altos, acessórios e trabalho
Claro que há ratos que sempre gostei e outros que vim a gostar, esses são especiais e fazem parte do nosso imaginário e hoje presto-lhes a devida homenagem, começo pelo Mickey mouse e a sua namorada Minie, seguindo-se o Roquefort o rato dos Aristogatos, os ratinhos da Cinderela, o Jerry do Tom and Jerry, o Topo Gigio e mais recentemente o Sutart Little e o Ratatouille, são todos queridos e fofos.
Há outros ratos que são desprezíveis, irritantes e enervantes, como foi o caso do rato do meu laptop ou periférico de entrada que, historicamente, se juntou ao teclado para auxiliar no processo de entrada de dados.
Pois hoje o rato estava doido e pôs-me mais doida a mim.
O objectivo do rato hoje não foi auxiliar, foi sim estorvar e principalmente não ajudar, chegou mesmo a impedir que o meu trabalho fosse realizado de forma eficaz e em tempo útil adequado.
Hoje o rato não me obedecia, fazia duplo clic, quando devia ser um só clic, seleccionava várias linhas quando o pretendido era a selecção de uma só. E mais apagou-me um ficheiro duas vezes no momento em que o que se pretendia era a gravação do mesmo.
Estive quase para o atirar da janela, quando recomecei a folha de cálculo pela terceira vez.
Hoje o periférico de entrada, vulgo rato, do meu PC estava enfeitiçado!
Ou no mínimo era o ‘resident evil’ em forma de rato! Comecei a vê-lo transformar-se num mutante de dentes afiados a abocanhar-me a mão direita e, o fio que ligava á porta usb a libertar-se e transformar-se numa cauda longa e nojenta que se enrolava na minha mão esquerda numa batalha desenfreada para me impedir de trabalhar… uf! tirem-me deste filme!
Uma tarde de trabalho pró galheiro!
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Publicada por saltos altos, acessórios e trabalho
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Sereno.
Cá estamos nós!
Mais uma semana, mais uma volta no carrossel da vida!
O mar esteve calmo, ‘flat’ como diriam os surfistas, nada de grandes ondas.
A temperatura esteve delicada e o vento bafejou esbatido, de quando em vez uma lufada mais forte, mas nada que impedisse a navegação serena da barca.
Os saltos altos de hoje proporcionaram uma elegância única, e os acessórios contribuíram para distinguir a graça e a excelência de quem abomina segundas-feiras.
As minhas pedras basilares são autênticos diamantes personalizados que cooperam para a placidez de um dia como o de hoje.
Os meus diamantes subjugam os da Tiffany & Co…
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Publicada por saltos altos, acessórios e trabalho
Mais uma semana, mais uma volta no carrossel da vida!
O mar esteve calmo, ‘flat’ como diriam os surfistas, nada de grandes ondas.
A temperatura esteve delicada e o vento bafejou esbatido, de quando em vez uma lufada mais forte, mas nada que impedisse a navegação serena da barca.
Os saltos altos de hoje proporcionaram uma elegância única, e os acessórios contribuíram para distinguir a graça e a excelência de quem abomina segundas-feiras.
As minhas pedras basilares são autênticos diamantes personalizados que cooperam para a placidez de um dia como o de hoje.
Os meus diamantes subjugam os da Tiffany & Co…
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Publicada por saltos altos, acessórios e trabalho
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Micro climas, Micro personalidades!
Como todos sabem Portugal tem vários micro climas o que faz com que um país pequeno seja grande na diversidade.
Num só dia, podemos tomar o pequeno-almoço com vista para uma encosta escarpada repleta de vinhas verdejantes do Douro, almoçar á beira-mar numa praia com um areal estonteante do litoral, jantar num restaurante típico no meio de uma planície dourada do Alentejo e ir tomar um copo mais a sul onde o ar é ameno e a atmosfera morna.
Somos um país de micro climas, infelizmente também as nossas pessoas tem micro personalidades!
A localização geográfica do meu trabalho e a personalidade de alguns chefes devem coincidir.
Micro climas, micro personalidades.
Hoje ao falar com uma colega com funções semelhantes às que eu desempenho, comentei que me tinha sido devolvido um trabalho de forma autoritária, rude e sem razão, só porque sem aviso prévio as regras foram alteradas pelo chefe.
A minha colega que é nova nestas andanças referiu que a ela também tinha acontecido algo semelhante, e que muitas vezes ficava perdida, pois nunca sabia de daquela vez tinha ou não acertado com a vontade de quem a chefiava.
Chefes, por favor, decidam-se, e informem o que pretendem quando solicitam o trabalho!
Isto assim não dá! Um dia desenvolve-se trabalho de uma forma e está muito bem, no dia seguinte faz-se exactamente do mesmo modo e está tudo mal.
E depois, é a conversa do costume, falta de iniciativa, falta de proactividade…
Mas quando se tenta fazer algo de forma inovadora, a ideia não é do chefe, então não presta!
For God sake, man! Give-me a break!
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Publicada por saltos altos, acessórios e trabalho
Num só dia, podemos tomar o pequeno-almoço com vista para uma encosta escarpada repleta de vinhas verdejantes do Douro, almoçar á beira-mar numa praia com um areal estonteante do litoral, jantar num restaurante típico no meio de uma planície dourada do Alentejo e ir tomar um copo mais a sul onde o ar é ameno e a atmosfera morna.
Somos um país de micro climas, infelizmente também as nossas pessoas tem micro personalidades!
A localização geográfica do meu trabalho e a personalidade de alguns chefes devem coincidir.
Micro climas, micro personalidades.
Hoje ao falar com uma colega com funções semelhantes às que eu desempenho, comentei que me tinha sido devolvido um trabalho de forma autoritária, rude e sem razão, só porque sem aviso prévio as regras foram alteradas pelo chefe.
A minha colega que é nova nestas andanças referiu que a ela também tinha acontecido algo semelhante, e que muitas vezes ficava perdida, pois nunca sabia de daquela vez tinha ou não acertado com a vontade de quem a chefiava.
Chefes, por favor, decidam-se, e informem o que pretendem quando solicitam o trabalho!
Isto assim não dá! Um dia desenvolve-se trabalho de uma forma e está muito bem, no dia seguinte faz-se exactamente do mesmo modo e está tudo mal.
E depois, é a conversa do costume, falta de iniciativa, falta de proactividade…
Mas quando se tenta fazer algo de forma inovadora, a ideia não é do chefe, então não presta!
For God sake, man! Give-me a break!
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